Elexsandro Araújo
Centro Paraibano de Dor celebra três anos e inicia uma nova fase: fortalecimento institucional com cuidado integral
Centro Paraibano de Dor celebra três anos e inicia uma nova fase: fortalecimento institucional com cuidado integral
Com uma trajetória marcada pela excelência no tratamento multidisciplinar da dor crônica, instituição reúne profissionais em uma manhã de imersão, integração e construção coletiva de seus pilares organizacionais.
Três anos de histórias, desafios, conquistas e vidas transformadas. O Centro Paraibano de Dor (CEPDOR) celebra seu terceiro aniversário reafirmando um princípio que acompanha sua trajetória desde a fundação: a dor crônica não pode ser compreendida de maneira isolada, e o cuidado com o paciente começa pela integração de quem cuida.
Neste momento de amadurecimento institucional, o CEPDOR promoveu uma manhã especial de imersão com a psicóloga organizacional Mônica Sales, sob o tema “Olhar para quem cuida: elos que nos conectam”.
Mais do que uma comemoração, o encontro representou um movimento de transformação organizacional. Reunindo profissionais de diferentes áreas, a iniciativa teve como objetivo fortalecer vínculos, estimular o autoconhecimento, aprimorar a comunicação e construir coletivamente a missão, a visão e os valores que orientarão os próximos anos da instituição.
A programação proporcionou um espaço de escuta, acolhimento e desenvolvimento humano, permitindo que cada profissional reconhecesse não apenas suas responsabilidades técnicas, mas também seu papel na construção de um ambiente de trabalho saudável, colaborativo e comprometido com resultados.
Afinal, como oferecer um cuidado verdadeiramente integral ao paciente se os profissionais responsáveis por esse cuidado não estiverem conectados entre si?
Para o neurocirurgião e especialista em dor Dr. Luiz Severo, fundador e coordenador do Centro Paraibano de Dor, essa reflexão é fundamental para compreender o futuro da assistência à dor crônica.
“A dor crônica é uma experiência complexa, multidimensional e influenciada por fatores biológicos, psicológicos, sociais e emocionais. Não podemos defender uma medicina multidisciplinar apenas no discurso. Precisamos vivê-la diariamente, na forma como nos comunicamos, como respeitamos as diferentes especialidades, como gerimos conflitos e como construímos soluções em conjunto. O paciente precisa encontrar uma equipe, e não apenas profissionais trabalhando no mesmo endereço”, destaca.



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