Anna Barros
Duas estrelas esportivas salvam o domingo
Alcaraz e Cristiano Ronaldo brilham
De manhã com mais de cinco horas de duração, Carlos Alcaraz venceu o italiano Jannik Sinner em cinco sets na final de um dos torneios mais charmosos do Mundo do Tênis, Roland Garros, e de virada salvando um match point, e à tarde o imbatível e interminável Cristiano Ronaldo, jogador de futebol da seleção portuguesa.
A juventude de Alcaraz e a maturidade de Cristiano Ronaldo, que foi campeão da Liga das Nações, com a seleção de Portugal aos 40 anos fazendo o gol de empate em 2 a 2 que levou a esquadra portuguesa à prorrogação e depois à disputa de pênaltis.
Dois momentos mágicos do nosso esporte mostrando dois extremos. Um tenista espanhol que quer seguir os passos de Rafael Nadal em Roland Garros e no tênis mundial e outro astro português que se nega a se aposentar, mesmo o corpo não respondendo mais aos seus comandos mais simples. Sua dedicação máxima, incentivo aos companheiros e as lágrimas verdadeiras no final da partida que tinha o também jovem Lamine Yamal, como estrela em ascensão, nos fazem refletir da importância de uma atividade esportiva e essencial na vida de um atleta que é um dos cinco maiores jogadores de todos os tempos.
Neymar, o astro brasileiro, tentando voltar aos gramados após tantas lesões e contrair COVID, decidiu renovar com o Santos de olho na Copa de 2026. Esperamos que tenha visto a partida entre Portugal e Espanha neste domingão à tarde e mesmo tendo o amigo Messi como ídolo, tenha se agarrado à garra e ao brilho interminável de CR7 para voltar a brilhar, não como um cometa, mas como uma estrela de primeira grandeza que sempre foi. A seleção brasileira de Carlo Ancelotti ainda precisa de Neymar, aos 33 anos, e que faz aniversário em 5 de fevereiro no mesmo dia que Cristiano Ronaldo.
Gracias, Alcaraz. Obrigada, Cristiano Ronaldo. O pulso ainda pulsa.



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