• Rio de Janeiro, 11/04/2026
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5 cursos mais procurados por empresas que querem acelerar inovação e produtividade

Dados da Alura + FIAP Para Empresas revelam que formações em IA aplicada, liderança estratégica e ferramentas digitais ganham força no modelo in company, que se consolida como prioridade em RHs de empresas de todos os portes


 5 cursos mais procurados por empresas que querem acelerar inovação e produtividade

Com 78% das empresas brasileiras prevendo aumentar os investimentos em inteligência artificial em 2025, segundo levantamento da IBM com a Morning Consult, a urgência por transformação digital segue redesenhando o mercado corporativo. Para acompanhar esse ritmo e ampliar a competitividade, organizações de diferentes portes e setores têm intensificado a capacitação dos seus times, especialmente por meio de cursos in company.

Mais do que uma tendência, essa modalidade vem ganhando protagonismo entre as lideranças de RH por oferecer formações personalizadas à realidade do negócio, com conteúdos diretamente aplicáveis ao dia a dia das equipes. É o que aponta um mapeamento da Alura + FIAP Para Empresas, solução de educação corporativa em tecnologia, que lista os 5 temas mais demandados pelas companhias nos últimos meses. São elas:

  • Inteligência Artificial aplicada ao negócio;

  • Liderança para diferentes níveis (do operacional ao C-level);

  • Data & Analytics com foco em tomada de decisão;

  • Desenvolvimento com foco em linguagens de programação como Python, Java, C#, Angular, React e HTML5;

  • Produtividade com ferramentas como Excel e Power BI.

“Esses temas refletem as dores mais latentes das empresas na atualidade. São formações que conectam estratégia, performance e inovação, não cursos genéricos. Hoje, personalização sem contexto não é diferencial; o conteúdo precisa fazer sentido real para o negócio como um todo”, afirma Gustavo Torrente, Head of Sales & Technical Solutions da Alura + FIAP Para Empresas.

Do RH executor ao RH protagonista

Os cursos in company, segundo Torrente, estão sendo estruturados de forma cada vez mais estratégica. Ao invés de treinamentos pontuais e de “prateleira”, empresas estão optando por trilhas contínuas e integradas, que combinam teoria e prática, com etapas de Aquecimento (nivelamento e engajamento); Aprofundamento (conteúdos aplicáveis ao contexto da empresa) e Aplicação prática (entregáveis reais, desafios internos e medição de impacto).

“Tem funcionado muito bem quando o programa respeita a maturidade da equipe e está alinhado aos objetivos do negócio. O colaborador aprende com um case que é dele, não genérico. Isso eleva o engajamento e acelera o retorno sobre o investimento em aprendizagem”, complementa o especialista.

Perfis e setores que lideram a capacitação personalizada

Segundo mapeamento da Alura + FIAP Para Empresas, entre os setores que mais investem em educação corporativa estão serviços financeiros, saúde, varejo e tecnologia. As capacitações abrangem desde formações operacionais e técnicas até programas executivos voltados a diretores, conselheiros e lideranças. Os perfis que mais se beneficiam com essas iniciativas são líderes que precisam desenvolver visão estratégica; áreas operacionais e de apoio com foco em automação e ganho de performance; e times técnicos como TI, Dados e Marketing, que demandam atualização constante.

O formato e o investimento variam conforme o porte e a maturidade da empresa. No entanto, Torrente destaca que para PMEs, a educação corporativa é uma alavanca de crescimento e escalabilidade. Já para grandes corporações, é fator decisivo para retenção de talentos e adaptação a um mercado em constante mudança.

Futuro da educação corporativa: contínua, adaptável e mensurável
A expectativa para os próximos anos, de acordo com a Alura + FIAP Para Empresas, é de crescimento dos programas de capacitação contínua, atualizados periodicamente, um modelo próximo de “Lifelong Learning as a Service”. Além disso, temas emergentes como IA Generativa, inteligência emocional e ESG com foco em inovação devem ganhar mais espaço nos portfólios das empresas.

Apesar disso, Torrente enfatiza a importância de cada organização entender quais são os seus gargalos, as áreas prioritárias e os indicadores de impacto. “A personalização precisa estar atrelada ao impacto. Capacitação corporativa não é custo, é investimento com retorno tangível, desde que o aprendizado saia da tela e vire ação concreta dentro das empresas”, finaliza.




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