• Rio de Janeiro, 07/07/2026
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Beleza não é volume

Beleza não é volume


Beleza não é volume

O rosto
equilibrado vem substituindo os excessos estéticos e impulsionando a busca por
resultados mais naturais

Durante
anos, a estética facial esteve associada ao aumento de volume. Lábios maiores,
maçãs do rosto mais marcadas e mandíbulas mais evidentes dominaram tendências e
redes sociais. Agora, uma nova movimentação começa a ganhar força nos
consultórios: a busca pelo equilíbrio facial.

Em
vez de transformar traços, muitos pacientes procuram tratamentos capazes de
preservar características individuais e combater sinais do envelhecimento sem
exageros. O foco deixa de ser o volume e passa a ser a harmonia.

Segundo
a biomédica esteta
Jessica
Boza
, o principal problema não está nos
procedimentos em si, mas na falta de planejamento. “O problema não é o
preenchimento. O problema é fazer preenchimentos sem planejamento. Muitas vezes
a paciente realiza pequenos procedimentos em locais diferentes ao longo dos
anos e acaba perdendo a naturalidade do rosto”, explica.

A
discussão acompanha uma transformação no próprio mercado da estética.
Levantamentos internacionais apresentados durante o IMCAS 2025 mostram que 85%
dos consumidores pretendem manter ou aumentar os investimentos em procedimentos
estéticos, mas a preferência por abordagens menos invasivas e mais
personalizadas cresce de forma consistente. O setor brasileiro segue a mesma
tendência e permanece entre os mais relevantes do mundo.

Na
avaliação da especialista, a beleza está muito mais ligada à arquitetura facial
do que ao aumento de volumes. “As pessoas acreditam que rejuvenescimento é
colocar mais produto, mas muitas vezes o segredo está em devolver estrutura,
luz e equilíbrio ao rosto”, afirma.


Jessica
desenvolveu um protocolo de acompanhamento baseado em cinco pilares: estrutura
óssea, compartimentos de gordura, colágeno, qualidade da pele e hábitos de
vida. A proposta é compreender o envelhecimento em todas as suas camadas antes
de indicar qualquer intervenção.

Outro
ponto importante é a individualização. “Um lábio bonito não é necessariamente
um lábio grande. Uma mandíbula bem posicionada pode afinar visualmente o rosto.
Cada face possui características únicas e precisa ser respeitada”, destaca.

A
tendência, segundo a especialista, é que os tratamentos estéticos caminhem cada
vez mais para a naturalidade, priorizando resultados que valorizem a identidade
de cada pessoa em vez da padronização de traços.


Serviço: Jessica Boza

Biomédica Esteta

41997590077

@dra.jessicaboza

https://jessicaboza.com.br





























Rua Constantino Marochi, 438,
sala 1, Curitiba/PR




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